sábado, 6 de setembro de 2014

Sobre o amor, a possessividade e a vaidade.

Admitir é maturar
Que amor se confunde com capricho, repetidas vezes
Com a competição e o medo de perder
Com aquela vontade de possuir
Frustração escondida na insistência no não desejo do outro
Dificuldade em aceitar o que não era pra ser e que agora já é outra coisa.
Ama puramente!
Voa e deixa voar!

Desapega-me!

Namasté!

Já aprendi que uma mudança ou estado de espírito vem sempre de dentro pra fora e não o contrário.
Estar em paz depende só de você. Tudo pode desmoronar ao seu redor, mas nada irá abalar sua paz se ela for legítima, do fundo da sua alma.
Não há muito que buscar, é algo que simplesmente acontece. 
Mas vigiar, isso sim, é possível. Vigiar seus pensamentos, vigiar suas ações, centrar e focar.
Olhe para dentro, vibre positivamente e emane toda a luz para o seu entorno.
Namasté!

domingo, 31 de agosto de 2014

Artes na janela

Se minha vida se confunde com o palco, 
O camarim é meu próprio quarto.
Com criações e sonhos descortinados,
Nas minhas janelas vou abrindo cenários.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Sentir

Amor é letra e melodia
Mais que palavras, poesia
Faz, aceita, entrega, doa
Tão livre, não prende, voa
Não é metade para completar
São dois (ou mais) inteiros a transbordar.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Só pra rimar

Vem novidade
Mede ansiedade
Mais felicidade
Sem saciedade
Em si verdade
Em mim saudade
Ai! Que maldade!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Inevitavelmente piegas

Ele é tão puro, tão nobre e humilde que nunca quer exposição nem alarde
Então ele se disfarça de acaso
Depois de encontro e química
Se disfarça de palavras
De momentos e depois lembranças
Vira poesia, letra e canção
E se esconde por trás das melodias
Das infinitas comas de risadas
Mergulha "no fundo de uma paixão"
Se transforma em paisagens, fica sob a terra, nas gotas de água, no pico das montanhas, sempre discreto
Se disfarça também de ciúmes e de raiva, que sagaz!
E vai se camuflando nas cores da amizade.
Até que um dia, o disfarce falhou, assim do nada, sem nenhum encontro ou acontecimento especial
Como uma ficha de telefone antigo que está presa há anos e de repente cai
Ele caiu. Igual um anjo do céu. Apareceu para mim.
Tímido que é, não foi até você. Ficou aqui, como uma experiência e privilégio, exclusivos da minha alma. Quis me olhar calado, então rompi o silêncio e disse:
- Não tenho sua sabedoria e discrição. AMOR! Perdoe-me torná-lo público!

domingo, 3 de agosto de 2014

Listen


Sem ganho ainda reverberou
Médio a grave pela lei
Um amplificador de amor
Nesse seu tempo de delay