A fantasia, quando muito frequente, nos tira do instante agora.
É como se dentro da sua cabeça estivesse acontecendo uma vida paralela aquela que está realmente acontecendo.
Ao mergulhar nas fantasias, estas tornam-se "reais", criam vida própria... parece que saem correndo por ai, sem pudores, sem conhecimento de nada e vão criando histórias e mais histórias.
Sou criança, sou velho, sou rica, sou triste. Que vontade de ser tudo! Que vontade de realizar tudo que está na imaginação...
Mas, o querer compulsivamente (e conseguir) realizar as fantasias não faz com estas deixem de ser fantasias? A beleza (e própria existência) delas não está em serem irrealizáveis?
Entender isso... ah! entender isso...
o ser humano é parodoxal por natureza.
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