quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Que seja do jeito que for...


Fingimento de casualidade que não engana.
Um sentimentalismo absurdamente absurdo, bobo e longo.
De tudo que se pode esperar de um contexto bem típico, típico desde o comecinho, quase de novela, acontece exatamente o que não se espera (por pura tolice).
Pensando bem, se fosse mesmo uma novela, era o que aconteceu que aconteceria.
Talvez a angústia seja o normal das últimas semanas, dos últimos capítulos.
Aquele desespero: um finalmente ri após tantas lágrimas, o outro casa, o outro enlouquece, o outro vai preso, o outro morre de desgosto...
Sou todos eles, sou tudo ao mesmo instante agora, dentro.
Enfim é só acompanhar, esperar passar e acabar.

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