segunda-feira, 4 de abril de 2016

Game Over?

Talvez a vida tenha me ensinado a colocar as cartas na mesa
Embora eu nunca tenha sido boa jogadora
Por um lado acho que sempre acabei entrando na batalha, por força do hábito comum 
E por isso perdi muitas vezes
Fazia a escolha de não jogar e seguia jogando, muito atrapalhada
Vejo agora que não escolher pode ser a melhor escolha
Observar os passos do outro, daquele que joga a todo momento
Porque um bom jogador, por melhor que seja, sempre deixa brechas
Aquelas brechas que só um mal jogador perceberia
Pois este último não está tão focado no jogo
Mas sim, no que está por trás dele
Acho que essa sou eu neste momento
Aquela que joga, porque é preciso, mas atenta ao total, não às cartadas 
Porque não importam os passes 
O resultado final é que precisa ser satisfatório 
Ele deixará lembranças, cicatrizes, sempre deixa
Que seja uma vitória leve, sem querer, como uma partida despretenciosa qualquer.

Nenhum comentário:

Postar um comentário