sábado, 16 de outubro de 2010

Não ando devagar, ainda tenho pressa
Mas não por opção
Levo um sorriso, às vezes largo, às vezes cansado
Procuro não gastar tantas lágrimas
Pois uso a força que conquistei para não absorver o que não é meu
A certeza de que pouco sei sobre os sentimentos
Nada sei sobre os sabores

É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Um comentário:

  1. É necessária, a fé, para continuar a caminhada... Já não sei o que dizer da pressa, ela me parece uma condição imposta, e me cansei dela. Há, ao meu ver, um enorme paradoxo entre o peso que agregamos as nossas experiencias vividas, e a factual leveza da efemeridade da vida... É dificil achar sentido! Me salvam hoje a arte e o amor.

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