
Por muito tempo a pergunta: Qual será a missão?
Todos têm uma missão, que não procuram nem buscam.
Mas é o sentido da vida, da passagem por aqui.
Parece que a missão não só termina, mas antes de tudo existe uma preparação para o seu começo.
É um muro que vai caindo, tijolo por tijolo, aspecto por aspecto da vida.
E só depois de cair todo é que começa a missão: reconstruí-lo!
Não, esta separação entre o momento em que ele está caindo e o momento em que passa a ser reconstruído não é real, nem é clara.
Até porque, o tempo não existe para as coisas infinitas, o antes e o depois.
É como se fossem realidades simultâneas, mas que tem seus processos separados.
O muro está caindo e subindo, caindo e subindo...
A vida é assim. Que frase repetitiva! E sábia.
A vida não está assim agora. Agora é apenas o despertar (dos muitos que virão). Ela é assim.
Alguns nunca despertam. Como será o muro deles?
Ou talvez todos despertem para alguma coisa.
Ânsia por momentos de paz e alegria. Alegria verdadeira!
É preciso bastante esforço.
E o mundo... esse nunca para de girar.
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