Tenho a
sensação (acho que todo mundo tem) que os versos de algumas canções poderiam
ter sido ditos pela minha própria boca, mesmo já tendo sido antes, por algum
perspicaz compositor... Um Deja Vú eterno, como tudo na vida, repetindo a cada
segundo em lugares diferentes, em momentos diversos, com várias pessoas no
mundo inteiro.
Partindo
deste princípio e da vontade de traduzir o que está em meu coração, cito um dos
discos que eu mais gosto da música brasileira, Los hermanos, 4, lançado em
2005.
"Eu preciso andar
Um caminho só
Vou buscar alguém
Que eu nem sei quem sou
Um caminho só
Vou buscar alguém
Que eu nem sei quem sou
Eu escrevo e te conto o que eu vi
E me mostro de lá pra você
E me mostro de lá pra você
Guarde um sonho bom pra mim" (Primeiro Andar)
“O vento vai dizer lento o que virá,
E se chover demais,
A gente vai saber claro de um trovão,
Se alguém depois
Sorrir em paz
Só de encontrar” (O Vento)
E se chover demais,
A gente vai saber claro de um trovão,
Se alguém depois
Sorrir em paz
Só de encontrar” (O Vento)
“Eu quis ter os pés no chão
Tanto eu abri mão
Que hoje eu entendi
Sonho não se dá
É botão de flor
O sabor de fel
É de cortar.” (Condicional)
Tanto eu abri mão
Que hoje eu entendi
Sonho não se dá
É botão de flor
O sabor de fel
É de cortar.” (Condicional)
“Poderia até pensar que foi tudo sonho
Ponho meu sapato novo e vou passear
Sozinho, como der, eu vou até a beira
Besteira qualquer nem choro mais
Só levo a saudade, morena
E é tudo o que vale a pena” (Sapato Novo)
Ponho meu sapato novo e vou passear
Sozinho, como der, eu vou até a beira
Besteira qualquer nem choro mais
Só levo a saudade, morena
E é tudo o que vale a pena” (Sapato Novo)
“Pois é, não deu
Deixa assim como está, sereno
Deixa assim como está, sereno
Pois é, de Deus
Tudo aquilo que não se pode ver
E ao amanhã a gente não diz
E ao coração que teima em bater
Avisa que é de se entregar o viver” (Pois é)
E ao coração que teima em bater
Avisa que é de se entregar o viver” (Pois é)
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