Porque o que eu vejo quando te olho é bem distinto
Daquilo que sai pela sua boca, ou pelos seus dedos quando digita
Minha intuição gritava e mostrava que voce não estava ali.
Mas o falso você vinha e me subestimava, ignorava minha sensibilidade
Ludibriava com tanta argumentação. Pra que?
Sua tentativa fracassada de encontrar explicação pra tudo
Incapaz de admitir que não sente o que gostaria de sentir
A quem você tenta enganar? Em que eu tento acreditar?
A sinceridade tão venerada vai pelo ralo, nunca existiu
Porque quem não é verdadeiro consigo mesmo não está pronto pra amar
Nem se quer sabe se amar, ou se assumir perante suas fraquezas
Está sempre tentando ser algo que não é
Ser algo que acha belo, que afirma com todas as letras, mas não nas atitudes.
Imitação, copia barata de transparência, de leveza, de cumplicidade.
Que desperdício de tempo e energia.
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