
A gente demora pra perceber que o melhor da vida é o mais simples, o mais espontâneo, o mais inesperado. A família, aquele sentimento único que a gente não sabe explicar; uma risada; um laço eterno; uma troca de palavras gentis; um carinho. Quero voar tão alto e às vezes esqueço que estar num lugar especial com pessoas que amo pode me deixar nas nuvens de tão feliz. Abrir meu coração, dar todo o meu carinho num abraço apertado em quem está precisando tanto de mim, ficar junto, colado, dormir e acordar... Cuidar do outro e se sentir cuidado, receber café bem quente com leite da vaca, sopinha e paozinho de sal. Porque queremos tanto se precisamos de tão pouco para estarmos plenos? Não sei... só sei que na maior parte do meu tempo eu quero tantas coisas que é preciso tirar uns dias para sorrir apenas, sem me preocupar com o passar dos dias. Nestes tempos ou naqueles, me vejo como aquela que tem sempre um colo para dar, uma mão para estender, um sorriso para abrir. Me sinto feliz assim.
*Dedico à minha família, especialmente minhas primas Cela e Lica.
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