quinta-feira, 6 de junho de 2013

Telepatia na linha do horizonte

















"Mar sob o Céu cidade na luz, mundo meu canção que eu compus..."
Uma garrafa, como aquelas que se joga no oceano em filmes
Dentro uma carta que fala de canções, astros, olhares, verdades, vontades
Me transporto telepaticamente para a linha do horizonte
Uma telepatia voraz, única maneira de me "comunicar" neste momento
Fico lá o dia inteiro, o tempo inteiro, um sonho inteiro
Não lembro do sonho, mas a certeza de que foi ali naquela dimensão
Um segundo, um milésimo, tempo nenhum
Tempo de Sol ou Chuva, qualquer tempo é bom entre o Céu e o Mar
Lá sempre a era é de "Aquarius", de compaixão, racionalidade, e certa solidão feliz
Não tenho pressa (talvez um pouco), porque o que é pra ser será
E se não for, mesmo assim já é, pois a gente quer ver o horizonte distante
Eu gosto de ser um só, sem amarras
O que não gosto é de ser só um, sem mudanças
Portanto, nem tente compreender, cada dia uma faceta
Hoje aquela, sereia flutuante, deitada na linha do horizonte

Um comentário:

  1. Pode ter certeza que eu compreendo, e como....
    Gostei muito, muito mesmo

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